sábado, 15 de janeiro de 2011

(1) Rumo à Telêmaco Borba (14/01/2010)

Tensão, ansiedade, beliscando coisinhas e bebendo muita água (calor começa aqui).
Papo vai, papo vem, estrada ótima (tb pudera.... 3 pedágios...).


A motorista comeu o tempo todo....


A co-piloto assessorou...


Essa coisinha gruda no dente...


Caminhões era o que mais víamos. Toras, então....


Mais comelança...




Por momentos, a paisagem é simplesmente D-E-S-L-U-M-B-R-A-N-T-E!!




E mais caminhões... eita...


A ansiedade foi grande. Não víamos a hora de chegar e ver a "carinha da pessoa".
Mas, para isso, muitas coisas ainda deveriam acontecer.
E então, chegamos ao Hotel. Até que é bom. Mas o melhor foi o fato de não nos perdermos. É que a co-piloto e seu ajudante (Fábio), eram ótimos!



Eu juro que saímos do hotel bem arrumadinhas e cheirosas. Tb juro que o bolo de niver do Cris (na verdade tratava-se de uma torta, uma espécie de panelão recheado de chocolate, prá lá de deliciosa) saiu da confeitaria Cravo e Canela (muito bom o atendimento da Merlin e do Carlos) inteirinha e gelaaaaaaada. Mas.... após uma explicação de "como-chegar-à-tal-usina-perdida-no-meio-do-mato", encontramos uma "estradinha" (coisinha de uma hora só....) de chão batido. Tão batido quanto ficou a torta, os refris e nossa cabeça. E já não estávamos mais cheirosas e arrumadinhas. A Denise engasgava na poeira. 

De repente: PÁ-PUM! PLOFT! PACATÁ-SCHLEP, PACATÁ-SCHLEP..... adivinhem? O pneu "se f....". Sorte que ainda existem almas boas, sobretudo perdidas nas estradas de chão batido e que levam à "tal-usina-perdida-no-meio-do-mato". Seu nome, eu juro que era LEVY. Mas a Dê insiste que era NERY.


De qq forma, o caboclo trocou o pneu, nos deu informações valiosas (como, por exemplo, saber que estávamos a "somente" 15 km do cancela principal e também que existe vulcanizadora dentro da "tal-usina-perdida-no-meio-do-mato") que acalmaram nosso espírito.


A Dê fazendo pose, empoeirada e eu tirando fotos para me acalmar... a 40 graus. Creeeedooo!


Santo Levy. Ou que seja Nery. Não sei quanto a vocês... mas aqui se chama o estepe de "socorro". Sabiam? Eu não. SOCOOOOOOOOOOOORRO!!!


 Uau! Chegamos, finalmente, à cancela! Que alegria! Tínhamos que esperar o Marcelo chegar. E ele chegou. Aliás.... não fosse o Marcelo, nada disso seria possível.
Seremos grata para todo o sempre...


 Uma paradinha na vulcanizadora.


Marcelo dando todo apoio moral.




O buraco foi grande, hein? Disseram que foi um pedaço de ferro. Credo.....


CENAS DO PRÓXIMO CAPÍTULO: o encontro..............................










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