sábado, 15 de janeiro de 2011

(4) O retorno à Curitiba (15/01/2010)

Bem, com o coração mais aliviado, vendo o filho bem e determinado em sua convicção profissional, retorno à cidade, juntamente com minha companheira de viagem, a Srta. Dê.
Mas não sem antes, fazer o turismo que nos era permitido, nesta megalópole chamada Telêmaco Borba.

Uma passadinha na Igreja da Matriz.


Pedidos I.


Pedidos II.



Vai que Nossa Senhora da Conceição nos atenda, né?


Para registrar o momento espiritual...




Pedidos III, IV, V, VI, VII e muuuuuuuuitos outros!
Afinal, pedido de mãe e de namorada tem muito peso!



Aqui conhecemos o Fernando e o Jordão que, gentilmente, além de encher o tanque,
nos orientaram onde dar uma duchinha no carrinho "pouco sujo de pó".


Indo embora, pela primeira vez. Vista "quase aérea" da megalópole.



Voltando. A Dê esqueceu o celular no hotel.


Indo embora definitivamente.
Eita cidade das rotatórias!


Já na estrada, observando coisas diferentes, lindas, instigantes. Por exemplo, o que seria essa plantação. Aguçou nossa curiosidade...




A paisagem continua linda. Essa, em especial...


Bem, já não tão produzida quanto na ida. Uma piranha no cabelo para a "semi franja" não atrapalhar.


Olhem só a faceirice da Dê. Por que será?


Com prazer, apresento nosso companheiro Fábio.


Xiii.... começou a chover.


Lanchinho natureba de viagem de volta...


A chuva vinha por partes. Não podíamos deixar de registrar (o que a Dê fez com maestria).


E aqui.... depois de algumas horas de viagem, cansadas e com fome, uma paradinha no Madalozzo para comemorar o aniversário do Cris. PS: sem o Cris.


Com uma singela coca, a Dê encerra, neste momento, a nossa aventura do "pé-vermeio".



Um pouco das reminiscências de uma volta...






(3) A vida longe de casa

Não há como negar: o lugar é muito lindo. A estrutura é interessante (confesso que esperava menos, sei lá o que...) e eu fiquei bastante aliviada com a surpresa positiva.
O desafio é imenso: há de provar, há de dar certo, há de sobreviver aos boicotes dos utilitaristas, confinados ao interesse econômico, tão somente (bem, eles têm seus motivos, não estou julgando-os). Mas dá para entender que trata-se de uma missão bem difícil e que está em jogo muito mais que a necessidade de muita competência. Há de também se ter entrada política. Ou jogo de cintura, pois. 

Os fundos da casinha. Poderia ser uma bela residência no campo, não fosse pelo barulho infernal da "tal-usina-perdida-no-meio-do-mato"...rss.
Detalhe da foto: roupas do Cris penduradas no varal "por ele próprio". Quem diria, hein?



Mas que colegas queridos esses! Que bom que, mesmo ao confinamento distante, pode-se contar com solidariedade e alto astral. E eu vi que esses companheiros valem ouro!


O Marcelo (sim o Marcelão, nosso amigo querido, mestrando e futuro professor de Umuarama) nos disse que esse "tapadinho" era para poupar um porquinho do mato estressado. Tá aí: o resgate é para isso mesmo! Tentei ver o bichinho, mas não consegui.
Então, em respeito, declinei da idéia. Vai que ele se irritasse comigo. Eu, hein?


A frente do alojamento.



Essa turma é da pesada e, pelo que pude perceber, maravilhosa! Prova está na conivência e cumplicidade estabelecidas conosco, em prol ao niver do Cris. Adorei tê-los conhecido!


Aqui, depois de um banho gostoso, um brinde às coisas boas da vida. 
Meninos queridos! Eu até os perdôo por terem me chamado de "senhora" o tempo todo... (sniff..)



Na espera do churrasco sem sal. Por sorte, ele lembrou "a tempo".... rss. Também, vamos dar um desconto: estava aturdido com a emoção.


O papo era de veterinário para veterinário, de veterinário para biólogo e vice-versa. 
Imaginem a cientificidade estabelecida... e isso enquanto eles estavam "descansando"...
Workholics no meio do mato.... eita!! rsss...


Pois é, companheiros... que a distância dos seus, a saudade, a falta do conforto de suas casas não os desanimem, tampouco as dificuldades profissionais. Estaremos torcendo para que o resultado de seu trabalho (árduo, pois) seja imediatamente reconhecido, valorizado e apreciado.
De nossa parte, reverência e respeito!

(2) O encontro (14/01/2010)

Certo sempre esteve o poetinha VINÍCÍUS DE MORAIS:

Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada.

E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal aventurada.

Louco amor meu, que quando toca, fere
E quando fere vibra, mas prefere
Ferir a fenecer - e vive a esmo

Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado, doido, delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.









Às vezes, sobrava um pouquinho de amor para a mãe... rsss



Parabéns a vc!!! Saúde, sucesso, prosperidade, amor.
24 anos se faz uma vez só na vida. E vc é fera!
O bolo de niver, apesar de "estropiado", chegou! Isso é ter fé....







(1) Rumo à Telêmaco Borba (14/01/2010)

Tensão, ansiedade, beliscando coisinhas e bebendo muita água (calor começa aqui).
Papo vai, papo vem, estrada ótima (tb pudera.... 3 pedágios...).


A motorista comeu o tempo todo....


A co-piloto assessorou...


Essa coisinha gruda no dente...


Caminhões era o que mais víamos. Toras, então....


Mais comelança...




Por momentos, a paisagem é simplesmente D-E-S-L-U-M-B-R-A-N-T-E!!




E mais caminhões... eita...


A ansiedade foi grande. Não víamos a hora de chegar e ver a "carinha da pessoa".
Mas, para isso, muitas coisas ainda deveriam acontecer.
E então, chegamos ao Hotel. Até que é bom. Mas o melhor foi o fato de não nos perdermos. É que a co-piloto e seu ajudante (Fábio), eram ótimos!



Eu juro que saímos do hotel bem arrumadinhas e cheirosas. Tb juro que o bolo de niver do Cris (na verdade tratava-se de uma torta, uma espécie de panelão recheado de chocolate, prá lá de deliciosa) saiu da confeitaria Cravo e Canela (muito bom o atendimento da Merlin e do Carlos) inteirinha e gelaaaaaaada. Mas.... após uma explicação de "como-chegar-à-tal-usina-perdida-no-meio-do-mato", encontramos uma "estradinha" (coisinha de uma hora só....) de chão batido. Tão batido quanto ficou a torta, os refris e nossa cabeça. E já não estávamos mais cheirosas e arrumadinhas. A Denise engasgava na poeira. 

De repente: PÁ-PUM! PLOFT! PACATÁ-SCHLEP, PACATÁ-SCHLEP..... adivinhem? O pneu "se f....". Sorte que ainda existem almas boas, sobretudo perdidas nas estradas de chão batido e que levam à "tal-usina-perdida-no-meio-do-mato". Seu nome, eu juro que era LEVY. Mas a Dê insiste que era NERY.


De qq forma, o caboclo trocou o pneu, nos deu informações valiosas (como, por exemplo, saber que estávamos a "somente" 15 km do cancela principal e também que existe vulcanizadora dentro da "tal-usina-perdida-no-meio-do-mato") que acalmaram nosso espírito.


A Dê fazendo pose, empoeirada e eu tirando fotos para me acalmar... a 40 graus. Creeeedooo!


Santo Levy. Ou que seja Nery. Não sei quanto a vocês... mas aqui se chama o estepe de "socorro". Sabiam? Eu não. SOCOOOOOOOOOOOORRO!!!


 Uau! Chegamos, finalmente, à cancela! Que alegria! Tínhamos que esperar o Marcelo chegar. E ele chegou. Aliás.... não fosse o Marcelo, nada disso seria possível.
Seremos grata para todo o sempre...


 Uma paradinha na vulcanizadora.


Marcelo dando todo apoio moral.




O buraco foi grande, hein? Disseram que foi um pedaço de ferro. Credo.....


CENAS DO PRÓXIMO CAPÍTULO: o encontro..............................